O que é o rancor?
O rancor é um ser inócuo mas que cega entre o sossego. É um aliado quando menos se precisa dele. Faz-se de melhor amigo, apenas quando se está só. É aquele que suspira baixinho e que te faz testemunhar um mundo cinzento e abandonado.
Para que te divertes a apoderar de pessoas como se de meros bonecos se tratassem? Sabes uma coisa? Não gosto de ti. Não, não gosto. Não és meu amigo, não me amparas a queda, nem és relevante para o meu ser. És um parasita, um inútil que devora bons e maus desígnios. Tudo.
Mas então porque é que te abríamos a porta quando tocas? Porque é que te damos a mão? Apenas porque estamos magoados ou indefesos? Eu não! Nunca mais!
Assim chego à conclusão que o único que não merece a mão és tu. Não, não me batas à porta. Ela está fechada. E nem te atrevas a dizer que és o único que me protege, porque só me isolas. Eu sei me defender. Eu consigo. E queres saber uma novidade? Todos temos a aptidão de mudar, menos tu.
O rancor é um ser inócuo mas que cega entre o sossego. É um aliado quando menos se precisa dele. Faz-se de melhor amigo, apenas quando se está só. É aquele que suspira baixinho e que te faz testemunhar um mundo cinzento e abandonado.
Para que te divertes a apoderar de pessoas como se de meros bonecos se tratassem? Sabes uma coisa? Não gosto de ti. Não, não gosto. Não és meu amigo, não me amparas a queda, nem és relevante para o meu ser. És um parasita, um inútil que devora bons e maus desígnios. Tudo.
Mas então porque é que te abríamos a porta quando tocas? Porque é que te damos a mão? Apenas porque estamos magoados ou indefesos? Eu não! Nunca mais!
Assim chego à conclusão que o único que não merece a mão és tu. Não, não me batas à porta. Ela está fechada. E nem te atrevas a dizer que és o único que me protege, porque só me isolas. Eu sei me defender. Eu consigo. E queres saber uma novidade? Todos temos a aptidão de mudar, menos tu.

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